China responde a Trump: hegemonia no 5G é irreversível!

China ganha de 34% a 14% dos EUA em registro de patentes de 5G


A proposito da decisão de Trump de impedir que empresas americanas forneçam tecnologia à chinesa Huaiwei, o Conversa Afiada reproduz artigo do jornal do Partido Comunista da China (não deixe assistir à trepidante TV Afiada sobre "um país de otários"):


As tecnologias chinesas não são uma ameaça para o mundo


Por Zhong Sheng*


Uma autoridade norte-americana recentemente "alertou" o Reino Unido sobre sua aprovação para permitir que a empresa de telecomunicações Huawei ajudasse a construir algumas partes não essenciais da rede de dados 5G, dizendo que isso poderia permitir à China "controlar a internet do futuro" e "dividir alianças ocidentais através de bits e bytes”.


Além de tal difamação, o governo dos EUA chegou a colocar a Huawei em uma "Lista de Entidades”, para sufocar a empresa.


Há um bom tempo, algumas autoridades dos EUA têm corrido ao redor do mundo para espalhar acusações sobre uma possível ameaça tecnológica da China para o mundo. Em pura hostilidade paranoica, eles acusaram falsamente as auto-desenvolvidas tecnologias chinesas.


Como a justiça prevalece, uma mão limpa não necessita ser lavada.


Os EUA usam esse argumento porque têm ciúmes do desenvolvimento tecnológico da China e querem encontrar uma desculpa para lançar uma ofensiva política contra a China. As acusações, que são fabricadas por razões políticas, também pretendem conter o desenvolvimento chinês.


Fatos falam mais alto que palavras. Até março deste ano, a China detinha 34,02% dos pedidos mundiais de patentes-chave relacionadas à tecnologia 5G, enquanto os EUA tinham apenas 14% de participação, de acordo com a empresa de dados de patentes alemã IPlytics.


Ouvindo algumas preocupações em âmbito doméstico, as autoridades norte-americanas ainda afirmam descaradamente que o 5G é uma corrida armamentista na qual os EUA são o único vencedor e protegerão a tecnologia do inimigo.


Tais observações indicam que os EUA aplicaram uma mentalidade de Guerra Fria à ciência e à tecnologia e tentaram amarrar o desenvolvimento mundial neste campo ao seu próprio em uma "panelinha", um movimento que vai contra a tendência dos tempos atuais.


Usando palavras infundadas para confundir e manipular as opiniões públicas, um país não mostrará nada além de suas más intenções, enquanto politicamente reprime o desenvolvimento científico e tecnológico de outros países.


No ano passado, a China liderou o ranking mundial com 4,18 milhões de pessoas fazendo pesquisa e desenvolvimento, e garantiu o segundo lugar tanto no número total de publicações científicas internacionais quanto no número de citações.


Ao mesmo tempo, a taxa de contribuição do progresso científico e tecnológico do país para o crescimento econômico aumentou para 58,5%. A China também ficou em primeiro lugar nos pedidos de patente e licenciamento globais e subiu para o 17º lugar em capacidade nacional de inovação em larga escala.


Todos esses números mostraram a transformação da China de uma fábrica mundial em uma plataforma de inovação global sustentada pelo trabalho árduo e criativo do povo chinês.


Se tais conquistas são vistas como "ameaçadoras", os EUA, então, devem ser considerados a principal ameaça mundial, já que detêm múltiplas tecnologias de ponta?


Os EUA nunca hesitaram em usar abordagens científicas e tecnológicas para atingir seus objetivos políticos. Há quem argumente que os EUA estão vigiando o mundo inteiro, como indicam fatos revelados por Edward Snowden.


No entanto, nem todo país usaria ciência e tecnologia para más ações, como os EUA fizeram e assumiram.


Apesar das falsas acusações, as tecnologias chinesas ganharam reconhecimento e elogios da comunidade internacional por trazer benefícios.


Até o momento, o “super arroz verde” criado pela China para regiões carentes de recursos em nações asiáticas e africanas foi plantado em 18 países. A artemisinina descoberta por um cientista chinês salvou milhões de vidas.


Além de impulsionar a cooperação internacional no espaço, a China escreveu um novo capítulo da exploração lunar com o lançamento da missão Chang'e-4.


Ao mesmo tempo, a China continua realizando o "Belt and Road Science, Technology and Innovation Cooperation Action Plan", em parceria com outros países, para buscar quatro grandes iniciativas: a Iniciativa de Intercâmbio entre Pessoas para a Ciência e a Tecnologia, a Iniciativa de um Laboratório Conjunto, a Iniciativa de Cooperação com o Parque Científico, e a Iniciativa de Transferência de Tecnologia.


Os chineses injetaram confiança, trouxeram oportunidades e construíram uma ponte para a prosperidade da ciência e tecnologia no mundo.


Enquanto pessoas em todo o mundo desfrutam de benefícios mútuos proporcionados pela cooperação com a China em ciência e tecnologia, elas também notam que alguns indivíduos nos EUA estão tentando manchar as inovações da China nesse campo.


Desenvolver ciência e tecnologia com uma nova rodada de revolução tecnológica e transformação industrial requer uma visão global, para mudar o panorama mundial de inovação. O pensamento de Guerra Fria em relação à ciência e à tecnologia está fadado ao fracasso.


“Qualquer tentativa de construir barreiras robustas está fadada a decepcionar. Esforços anteriores de controle tecnológico demonstraram que decidir quais tecnologias controlar e, em seguida, executar essas decisões, é extremamente difícil ”, disse James Steinberg, ex-vice-secretário de Estado dos EUA.


As pessoas que adotam essa retórica sobre as "ameaças da China" devem refletir sobre sua postura. Somente abertura e inovação levarão à prosperidade. Ao contrário, qualquer tentativa de derrubar a cooperação internacional em ciência e tecnologia sofrerá forte oposição de países e povos que amam a paz e desejam o desenvolvimento.


* (Zhong Sheng, um homônimo em Chinês para “voz da China”, é um pseudônimo frequentemente usado pelo Diário do Povo para expressar sua opinião sobre política externa)


Por Conversa Afiada



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